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nov
12
2009

De olho no mercado móbile: As mídias do futuro

Com 164,5 milhões de celulares, agosto é o segundo melhor mês do ano em crescimento de habilitações, depois de maio, informa Anatel, ainda neste ano de 2009. Foi o ano de maior sucesso da telefonia móvel no Brasil desde 1990, quando o serviço foi instalado. O País ultrapassou a marca dos 120 milhões de celulares habilitados. Os números mostram um mercado em franca expansão. Mas, apesar do seu alcance, o uso do celular como mídia ainda é incipiente no Brasil.

Só que este cenário deve mudar nos próximos anos. Profissionais do mercado acreditam que esta será a grande mídia do futuro. “O celular é uma mídia nova, que tem muito para evoluir”, acredita Ricardo Cavallini, diretor de mídia da F/Nazca S&S.

As operadoras ainda têm receio. O setor necessita amadurecer. “Estamos no começo dessa transição, mas é inegável que será um dos meios mais importantes se não for o mais”, avalia. Ele destaca que é necessário trabalhar a funcionalidade dos aparelhos, mas, mesmo assim, ressalta a amplitude do uso do celular como mídia. “Ele tem muitas frentes, desde a mais básica, com o vídeo publicitário, até o seu uso para ver vídeos que vai ser facilitado com a terceira geração e a TV digital. Só que levará um tempo para acontecer, os aparelhos ainda não estão aptos para isso”.

O que diz as operadoras sobre o mobile marketing ?

Diretores de SVA da Claro, TIM e Vivo discutiram a importância do mobile marketing dentro das operadoras nesta quarta-feira, 18, durante o painel Mobile 2.0, parte da programação do Web Expo Forum, evento que a Converge Comunicações promove em São Paulo esta semana. “Uma das nossas prioridades para este ano é organizar nossa estrutura interna para o mobile marketing”, conta Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor adicionado e roaming da Claro.

Ela explica que esta organização vai desde a geração de bases segmentadas para os anunciantes até a organização da área financeira para a geração de notas para este serviço. Segundo a executiva, esta organização deve motivar os anunciantes a investir em mobile marketing. “Os números são muito animadores. Falamos em 155 milhões de linhas habilitadas. Mesmo que o anunciante não consiga atingir toda a base que deseja, vai atingir muita gente, mais do que com um anúncio em uma revista segmentada, por exemplo”, observa.

Alexandre Buono, diretor de gerente de serviços de valor agregado da TIM Brasil, e Alexandre Fernandes, diretor de produtos e serviços da Vivo, concordam quanto à relevância do preparo da operadora para a demanda de mobile marketing. “Também está entre as nossas prioridades e estamos procurando desenvolver novos formatos”, afirma Buono. “O retorno para o anunciante é maior do que o da mídia tradicional, a área deve receber cada vez mais investimentos”, diz Fernandes.

A Oi já tem um sistema que permite o uso do celular como cartão de crédito. Cavallini diz que já existem outras iniciativas nesse sentido sendo desenvolvidas. Ele acha que 2008 ainda não será o ano do celular. “Mas acredito que muita coisa se consolidará para que vejamos mudanças em 2009, um ano que poderá ser muito bom para trabalharmos o mobile marketing como um todo”.

Para Alexandre Santos, sócio-diretor de tecnologia e projetos da Hello, Interactiv, vem aumentando o interesse dos anunciantes sobre a utilização dele como um canal de mídia.“Um dos principais argumentos das empresas dedicadas ao mercado mobile é que o celular é a única mídia que passa 24 horas com o usuário. Não deixa de ser verdade”. Para ele, a rápida evolução dos celulares faz com que se tornem um dispositivo de convergência, permitindo ao usuário acessar e-mails, vídeos, música e navegar na internet através de browsers html de onde quiser. No Brasil, ele destaca o uso do celular como mídia através do SMS para a participação e recebimento de conteúdo de promoções, sites WAP para promover produtos ou disponibilizar conteúdo e o bluetooth para distribuição de conteúdo.

“Os celulares também já são utilizados como meios de pagamento. É possível comprar ingressos pelo celular ou internet e receber no celular: quando se chega ao cinema, basta mostrar o celular ao atendente, que passa a leitora ótica sobre o visor para registrar o bilhete. O serviço oi paggo é exemplo mais claro disto.Ele também lembra que já existem empresas que estão testando o celular como mídia de oportunidade, baseado na localização do usuário. “Imagine: o usuário está passando em frente a um shopping, quando recebe uma mensagem SMS dizendo que, se ele for em determinada loja naquele exato local, terá 10% de desconto ao fazer suas compras”.

E as criooonças (Não está errado), o que pensam sobre isso ou como se sentem os pais:

Seu filho diz que “precisa” de um celular ou você simplesmente se sente mais segura tendo uma linha direta com ele? Mas se ele diz que recebeu um torpedo dizendo que tem um brinquedo novo na loja ou lado, é bem diferente. Sem registro de algo semelhante na infância sua infância, então como as mídias móbile pode atingir sua vida em família de modo, mas claro seu filho de 9 anos, surge a dúvida. “Depende muito da rotina de cada família”.

E se levamos em consideração os cuidados com o aparelho. É bom levar em conta que o senso de responsabilidade para cuidar de seus pertences já está de bom tamanho por volta dos 9 anos”, diz a psicopedagoga Raquel Caruso, do Centro de Aprendizagem e Desenvolvimento (CAD). Respeitar esse amadurecimento de cada um é preciso, como discussões por causa de alguma propaganda ou simples vídeo recebido de algum amigo sobre violência, sexo, casa de shows e etc.

Não são raras as linhas cruzadas na hora de estabelecer limites de uso. “O gasto pode ser controlado com um pré-pago. Mas há pais que reclamam que virou rotina o filho ligar do banheiro da escola pedindo que lhe trouxesse um trabalho ou um livro que ficou em casa. Por outro lado, são comuns as queixas dos pré-adolescentes que não agüentam a mãe ligando o tempo todo para monitorar cada passo”, diz. A questão é não abrir espaço para dependência de nenhum dos dois lados. Porém se pensarmos que alguém pode está sendo monitorado via celular, já é um alívio para os pais, hoje empresas se preocupam em fazer isso sem precisar que ninguém fique sabendo.

O que as empresas fazem para vender tanto aparelho?

Para promover seu novo aparelho de celular Tocco, a Samsung contratou a Monster Media que fez parcerias com a Carphone Warehouse para promocionar o telefone no Centro de Londres. Instalaram na vitrine das lojas uma tela touch screen, simulando as capacidades do novo celular da Samsung e “convidando” os passantes a interagir e experimentar o “aparelho”.

O que diz os resultados:

Os displays instalados nos pontos de vendas registraram mais de 178 mil toques, o que representou mais de 30% das pessoas que passaram nos locais e que acabaram interagindo com o aparelho.

Fonte: Adsoftheworld

Quais aplicativos são indispensáveis no celular?

Fui no site da infor buscar essa resposta, que na realidade ninguém já imaginava.Já que celular, há muito tempo, deixou de ser apenas mero telefone portátil. Os serviços móveis mais úteis este ano são: Google Maps, Fring e Imeen.Filhote da gigante das buscas, o Google Maps Mobile segue a tradição da família e também não se perde no celular. Mapas completos, visualização de satélite e animações que movimentam o mapa de um ponto para o outro também podem ser acessados pelo telefone móvel. Mas, para rodá-lo, não dá para esquecer-se da conexão 3G.

O Fring, por sua vez, é a opção mais popular entre os programas de mensagem instantânea feitos para smartphones. O software israelense é compatível com quase todos os programas do tipo, como Skype, Windows Live Messenger, Yahoo! Messenger, ICQ e Google Talk, além de ser capaz de enviar posts para o Twitter.

Já o forte do Imeen é criar rádios personalizadas online. Com ele, é possível fazer uploads e downloads de músicas pelo próprio aparelho. Como a Last FM, o serviço também sugere artistas com base no gosto musical dos usuários. Ainda dá para compartilhar músicas por e-mail e comprar álbuns na Amazon MP3.

Conclui-se: o celular se tornará um canal indispensável de mídia à medida que a base de aparelhos com recursos mais avançados cresça. Ele acha que com isso o celular se firmará mais e mais como um canal de mídia convergente. “Fazendo com que ele se torne um canal cada vez mais importante dentro do mix da comunicação”.

E aí, qual é o mais útil para você? Bom, para mim  o que importa é esta sempre ligado no mundo digital. Mas deixe seu comentário , e sempre bom saber uma opinião sobres nossos posts.

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Sobre o Autor: Bruno de Souza

Profissional de Comunicação Digital - CEO da @DinamyteOnline. Criador dos Blog @mktdigitalblog and @mlearningpedia.Social Media e Mobile Learning Researcher! Amauter Roller nas Horas vagas e Colunistas da @ResultsOn.

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Jonas Reyes disse:

Basicamente grandioso contenido me asombro y pienso que estoy de acuerdo con tu articulo, muy espectacular Un saludo, estare presente a mas contenido de tu blog

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