Ebooteca

jul
15
2009

Publicidade sai das mídias convencionais para se manter

A publicidade já não é mais a mesma de antigamente. Antes restritas às mídias convencionais,como jornais, revistas e TV, as agências do mercado já começam a realizar eventos, promoções,relacionamento e outras ações de Marketing. Isso está acontecendo após pesquisas constataremque a propaganda nos meios tradicionais, apenas, não era mais uma estratégia de comunicaçãoeficiente.

Apesar dos temores de uma possível descrença na publicidade por parte dos consumidores, o Brasil é, aolado das Filipinas, o país com maior índice deconfiabilidade na propaganda, segundo pesquisa realizada em 47 países no ano passado pela ACNielsen. O que os publicitários temem é que essaporcentagem se assemelhe as de paísesdesenvolvidos, como Alemanha, Itália e Dinamarca,que apresentam 35%, 32% e 28% respectivamente.

“O consumidor começa a ficar mais atento e críticoem relação aos mecanismos da publicidade com o passar do tempo. Além disso, ele está antenado com diversas outras formas de comunicação e acaba precisando selecioná-las”, comenta Karina Busquets, Diretora de Planejamento da agência DM9DDB,em entrevista ao Mundo do Marketing.

Agências de publicidade começam a oferecer novos serviços Como a TV não exerce mais o poder de influência de antigamente, a DM9DDB oferece diversos pontos de contato na hora de promover uma ação para uma marca. Estão no portfólio eventos recentes como BGourmet, para a Brastemp, o Guaraná Antartica Street Festival, para a Ambev, e uma ação de guerrilha para o Terra atingir com mais efeito o público consumidor.

Essa foi uma das soluções encontradas pela MacNeeds, agência de Campinas fundada há 14 anos. “No início, fazíamos principalmente folhetos e tablóides publicitários para distribuição, e também vinhetas para rádios”, relembraDany Mac Need, CEO da agência. Hoje, para manter-se no mercado, a agência trabalha com vários tipos de serviço, comoassessoria de imprensa, confecção de embalagens, Marketing Digital, Endomarketing e Marketing Promocional.

Publicidade cada vez mais parecida com Marketing

Outros cases de sucesso são aremodelagem das embalagens de mel Api.Nutre (foto), que rendeu um aumento de 40% nas vendas do produto, e o envio de baralho de presente do Dia dos Pais feito para a Net.Com a recente tendência das agências especializadas em outras ações de Marketing também criarem anúncios para TV e revistas, a confusão parece se estender para as agências de ambas as áreas.
“A publicidade hoje é maior do que antigamente. Isso inclui ações de Marketing Direto, Eventos, Marketing Digital… Tudo de forma integrada para poder funcionar. É preciso fazer com que o consumidor se conecte com a marca, gerando experiência e diálogo com o anunciante”.

Novas regras para a publicidade também são problema

Outro problema enfrentado pela publicidade é o cerceamento da lei, cada vez mais rigorosa em relação à publicidade, como a Lei Cidade Limpa em São Paulo. Mais recentemente, o Ministério da Saúde anunciou que realizará consultas públicas para elaborar propostas de restrição à publicidade de alimentos não-saudáveis, como biscoitos e hambúrgueres. A medida veio depois do Ministério constatar que 72% dos anúncios de alimentos se enquadram nessa categoria.

“O mercado mudou. Um bom produto com propaganda na TV pode perder para um concorrente com algo pior, mas que tenha boa embalagem, boa distribuição e ações de Marketing Direto eficientes. As agências precisam atentar também para isso.

A publicidade já não é mais a mesma de antigamente. Antes restritas às mídias convencionais,como jornais, revistas e TV, as agências do mercado já começam a realizar eventos, promoções,relacionamento e outras ações de Marketing. Isso está acontecendo após pesquisas constataremque a propaganda nos meios tradicionais, apenas, não era mais uma estratégia de comunicaçãoeficiente.

Apesar dos temores de uma possível descrença na publicidade por parte dos consumidores, o Brasil é, aolado das Filipinas, o país com maior índice deconfiabilidade na propaganda, segundo pesquisa realizada em 47 países no ano passado pela ACNielsen. O que os publicitários temem é que essaporcentagem se assemelhe as de paísesdesenvolvidos, como Alemanha, Itália e Dinamarca,que apresentam 35%, 32% e 28% respectivamente.

“O consumidor começa a ficar mais atento e críticoem relação aos mecanismos da publicidade com o passar do tempo. Além disso, ele está antenado com diversas outras formas de comunicação e acaba precisando selecioná-las”, comenta Karina Busquets, Diretora de Planejamento da agência DM9DDB,em entrevista ao Mundo do Marketing.

Agências de publicidade começam a oferecer novos serviços Como a TV não exerce mais o poder de influência de antigamente, a DM9DDB oferece diversos pontos de contato na hora de promover uma ação para uma marca. Estão no portfólio recenteeventos como BGourmet, para a Brastemp, o Guaraná Antartica Street Festival, para a Ambev, e uma ação de guerrilha para o Terra atingir com mais efeito o público consumidor.

Essa foi uma das soluções encontradas pela MacNeeds, agência de Campinas fundada há 14 anos. “No início, fazíamos principalmente folhetos e tablóides publicitários para distribuição, e também vinhetas para rádios”, relembraDany Mac Need, CEO da agência. Hoje, para manter-se no mercado, a agência trabalha com vários tipos de serviço, comoassessoria de imprensa, confecção de embalagens, Marketing Digital, Endomarketing e Marketing Promocional.

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Outros cases de sucesso são aremodelagem das embalagens de mel Api.Nutre (foto), que rendeu um aumento de 40% nas vendas do produto, e o envio de baralho de presente do Dia dos Pais feito para a Net.Com a recente tendência das agências especializadas em outras ações de Marketing também criarem anúncios para TV e revistas, a confusão parece se estender para as agências de ambas as áreas.
“A publicidade hoje é maior do que antigamente. Isso inclui ações de Marketing Direto, Eventos, Marketing Digital… Tudo de forma integrada para poder funcionar. É preciso fazer com que o consumidor se conecte com a marca, gerando experiência e diálogo com o anunciante”.

Novas regras para a publicidade também são problema

Outro problema enfrentado pela publicidade é o cerceamento da lei, cada vez mais rigorosa em relação à publicidade, como a Lei Cidade Limpa em São Paulo. Mais recentemente, o Ministério da Saúde anunciou que realizará consultas públicas para elaborar propostas de restrição à publicidade de alimentos não-saudáveis, como biscoitos e hambúrgueres.

A medida veio depois do Ministério constatar que 72% dos anúncios de alimentos se enquadram nessa categoria.

“O mercado mudou. Um bom produto com propaganda na TV pode perder para um concorrente com algo pior, mas que tenha boa embalagem, boa distribuição e ações de Marketing Direto eficientes. As agências precisam atentar também para isso.

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Sobre o Autor: Bruno de Souza

Profissional de Comunicação Digital - CEO da @DinamyteOnline. Criador dos Blog @mktdigitalblog and @mlearningpedia.Social Media e Mobile Learning Researcher! Amauter Roller nas Horas vagas e Colunistas da @ResultsOn.

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Mídias alternativas são a saída da nova #publicidade http://t.co/TM9fj8tQ

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A PUBLICIDADE NÃO SAI DAS MÍDIAS TRADICIONAIS PARA SE MANTER. Ela ainda vive e bem dela.

Enquanto vigorar os 20%, mídias, planners e diretores de agências de publicidade sempre darão mais vazão às ações nestes meios mais “tradicionais”, mesmo a mídia não sendo eficiente para o Cliente.

A publicidade não está cada vez mais parecida com o marketing!
O marketing atual focado na integração que viu que só a publicidade não faz chover no deserto. Consequentemente, as agências que buscam se manter no mercado são obrigadas a mudarem seus portifólios de serviços (limitados), expandindo primeiramente para outras formas de comunicação (4º P) e consequentemente abrangindo tb os outros pilares operacionais do marketing. As agências neste formato são novas e geralmente são grupos que controlam várias agências específicas para cada canal promocional.

A grande questão é que paras agências atuarem nos pilares operacionais (4P`s) de um cliente, deve-se estar alinhado com os pilares estratégicos, onde muitas das vezes nem os próprios clientes possuem um plano de marketing quanto menos um planejamento estratégico.

Outro fator é o mkt digital, realmente este não é meramente mais um canal. E com isso as ações digitais feitas por agências que não possuem B.I e/ou um braço digital, acabam gerando má reputação para ações neste meio.
Outro problema que vejo também é a invasão de geeks no mkt digital, por terem um grande conhecimento do meio acabam atuando profissionalmente na área, mas sem possuírem embasamento mercadológico, operacional e estratégico ficarão restritos e limitados em ações operacionais e isso logo no meio digital, um canal que está muito mais próximo do marketing do que da publicidade em si.

Robson Luiz Rivarola disse:

É…O mundo e as mentes estão evoluindo, não se pode negligenciar a mente do consumidor, tentar enganá-lo é um suícidio empresarial, por este e outros motivos a maneira com que se pretende alcançar a atenção dos consumidores está mais competitiva, e a qualidade não só das mensagens como dos produtos é critério de muitas análises e pesquisas de satisfação, com certeza merece a atenção devida.
Agências que se preocupam somente com sua carteira de clientes e seu ROL de Empresas grandes, estão fadadas a entrar na cadeia da extinção…CUIDADO!!!

Diana disse:

Muito bom! Essa questão da comunicação integrada já é fato, e as maiores empresas já perceberam isso. No ES, essa tendência começa a tomar força aos poucos, mas ainda é possível encontrar umas pessoas que acham que tudo isso é balela.

As agências também precisam tomar cuidado especialmente com ações de marketing digital. A internet não é “só mais um meio”. É uma ferramenta com características completamente distintas dos outros meios, e consequentemente, a forma de se trabalhar comunicação também muda radicalmente. O principal aqui, a meu ver, é entender o comportamento das pessoas na rede. Senão, a queda pode ser bem feia.

Bjs,

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